Mostrar mensagens com a etiqueta Hoje Acontece XXI. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hoje Acontece XXI. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 10 de julho de 2012

ALBUFEIRA DO ERMAL::ERMAL SUMMER SENSATION 2012::



 ALBUFEIRA DO ERMAL
::ERMAL SUMMER SENSATION 2012::
Evento público

Encontros na padaria

REGIÃO: Mesão Frio: Inauguração do Núcleo Museológico e Experimentário: Autarquia de Mesão Frio é Entidade Parceira


Foi inaugurado no passado dia 29 de junho, o Núcleo Museológico e Experimentário, no âmbito do desenvolvimento do Projeto de Aprendizagem pela Partilha (APP), do Agrupamento de Escolas de Mesão Frio, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. A sessão de abertura da inauguração foi levada a cabo pela Diretora do Agrupamento de Escolas de Mesão Frio, Aldina Pereira, pelo coordenador do projeto, Nuno Paula Santos, pelo diretor do Serviço de Educação e Bolsas, da fundação Calouste Gulbenkian, Manuel Caramelo Rosa e pelo presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio, Alberto Pereira.

O APP surge em 2010, no âmbito da candidatura a um projeto de combate ao insucesso e absentismo escolar, apresentada pelo Agrupamento de Escolas de Mesão Frio à Fundação Calouste Gulbenkian.

Alberto Pereira, na sessão de abertura começou por agradecer à Fundação Calouste Gulbenkian, pelo trabalho que está a desenvolver e destacou a importância do projeto para Mesão Frio, salientando que, tendo em conta “o contexto social em que nos encontramos, as dificuldades que as crianças têm, passados quarenta anos, ainda não temos o que têm as grandes cidades. É graças a estas instituições, como a Fundação Calouste Gulbenkian, que nós estamos a caminhar para esse ponto de chegada. Eu não tenho a menor dúvida, que este projeto vai ajudar os nossos alunos a ultrapassarem algumas desigualdades. É com muita satisfação que hoje vejo que o nosso ciclo começa a fechar-se, começando a ter as condições das grandes cidades”.

O Presidente da Câmara Municipal de Mesão Frio destacou ainda as boas condições de ensino que Mesão Frio atualmente tem: “nós temos bons professores e boas condições em termos de instalações escolares. Com este museu e este espaço experimental, preenchemos mais uma lacuna e finalmente, vamos ter o que nos faltava, uma Biblioteca Municipal. Portanto, dentro de meio ano, a nossa Biblioteca Municipal estará construída e assim, suponho eu, que se fechará um ciclo, fruto de muito trabalho. Hoje os nossos alunos, se calhar começam a ter mais do que os das grandes cidades, porque todos os alunos carenciados do nosso concelho têm livros gratuitos, têm escola a tempo inteiro, têm transportes escolares de boa qualidade, visitas de estudo e, este novo espaço.”

O Núcleo Museológico e experimental está a funcionar a partir de hoje, nas instalações da antiga Escola Primária Professora Maria Angélica Passos Coelho, em Mesão Frio.

Para além da Câmara Municipal de Mesão Frio, as entidades parceiras deste projeto são a Santa Casa da Misericórdia de Mesão Frio, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu do Douro, a Rádio Universidade Fm, o Núcleo Museológico do Agrupamento de Escolas de Mesão Frio e o Experimentário.

Segunda-feira, 2 de Julho de 2012 Publicado por Notícias de Resende

Projectos Vencedores 10.ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho "Ciência na Escola"

10.ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho
10.ª Edição do Prémio Fundação Ilídio PinhoLista dos premiados da 10.ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho "Ciência na Escola"
Lista [PDF - 41KB]






Terminou a segunda fase da 10ª Edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”, com a apreciação, pelo Júri Nacional, dos projectos anteriormente seleccionados.
São já conhecidos os projectos vencedores desta edição, pelo que poderão ser consultados em 10ª Edição – Projectos Vencedores.

http://www.fundacaoip.pt/pt/news/premios/67/

terça-feira, 5 de junho de 2012

O Deus da Ausência - Joaquim Sarmento

O Deus da Ausência, de Joaquim Sarmento "conta a saga de uma família fidalga do Douro, entre o fim da monarquia e os primeiros anos da República, culminando no trágico motim de Lamego de 1915.
A metáfora da ausência que recobre toda a narrativa condensa a aspiração a “o mundo mais justo e mais fraterno”.

«Senhor de uma das escritas mais poderosas da actualidade, Joaquim Sarmento tem em lançamento o seu último romance, intitulado O Deus da Ausência. Com lucidez e exigência, o autor tornou-se um caso singularíssimo no nosso panorama literário. Dotado de capacidades de observação invulgares, que a inteligência e a vivência decantaram (mas não amarguraram), o escritor afirmou, sem cedências, um espaço para si e para a sua obra.
Na linha de Vergílio Ferreira, Joaquim Sarmento continua enriquecendo, diversificando, a corrente mais genuína da grande ficção de língua portuguesa.»
Fernando Dacosta

«A escrita de Joaquim Sarmento permite-nos beneficiar do domínio da língua em todo o seu esplendor e beleza, bem como acompanhar uma narrativa apaixonante, que nos remete para a melhor ficção da cultura portuguesa.
Estamos em O Deus da Ausência diante de uma saga em que a terra se encontra naturalmente com a gente, simbolizando o Douro a Pátria confrontada com a exigência de contrariar a adversidade e a decadência.
A partir da ideia metafórica da ausência, temos o confronto permanente entre o país profundo, arreigado às tradições, e a necessidade de abertura de horizontes, de liberdade e cosmopolitismo. Quantas mudanças se anunciam, quantas resistências, quantas esperanças! O tempo detém-se e apressa-se. Uma sociedade mais justa e fraterna constrói-se com a matéria-prima do drama e da tragédia de quem cultiva o passado e de quem aspira ao futuro, de quem tem paixão e se acomoda, do compromisso e da desistência, da presença e da ausência.
É a vida em estado puro que aqui encontramos como na grande literatura» .
Guilherme de Oliveira Martins

Joaquim Sarmento nasceu em Lamego, em 17 de Janeiro de 1952. Casado e pai de três filhas, licenciou-se em Direito, tendo exercido a advocacia, durante 25 anos. Foi eleito deputado à Assembleia da República nas VII e VIII legislaturas, nas listas do PS e, no quadro da autarquia da sua terra, Presidente da Assembleia Municipal, Vice-Presidente, Vereador do Pelouro da Cultura. Em 2005, por razões de saúde, aposentou-se, passando a dedicar-se, exclusivamente, à escrita.
O seu percurso literário foi recentemente reconhecido pela Câmara Municipal de Lamego, ao atribuir-lhe o Prémio Mérito Cultural 2010 e a Medalha de Ouro da cidade.


Obras publicadas:
Fragmentos (Crónicas)- 1999; Retalhos de Silêncios-Diário de Um Deputado-2002; Amália, Uma Paixão.2004; A Memória e o Tempo e As Folhas do Limoeiro (Teatro)-2004; Fragmentos e Paixões (Crónicas)-2007; O Crime de Cerejeiro (Romance)-2008; A Revolução de António e Oriana (romance)-2009.
O Deus da Ausência é a sua última criação.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

COMEMORAÇÃO DOS 150 ANOS DE PUBLICAÇÃO DE “AMOR DE PERDIÇÃO” DE CAMILO CASTELO BRANCO EM VISEU

PROGRAMA
DIA 25 DE MAIO (SEXTA-FEIRA) - SOLAR DO DÃO


17.30 HORAS – Inauguração do Colóquio – Sessão de Abertura
17.45.h – “CAMILO E A BEIRA” – José Valle de Figueiredo
18.00h - ”UMA QUESTÃO DE TÍTULO”– António Leite da Costa
18.15h – Intervalo

18.30h – Apresentação do Vinho Dão “Amor de Perdição”, produzido pela Quinta de Cabriz

19.00h – Tertúlia moderada por Carlos Mota Cardoso, Nassalete Miranda e José Augusto Alarcão Troni  -  Apresentação do número especial de “As Artes Entre as Letras”.

19.30h – Actuação do Coro Mozart
20.00h - Encerramento

LOCAL: Solar do Vinho do Dão

DIA 26 DE MAIO (SÁBADO) - SOLAR DO DÃO
10HOO – “150 ANOS DEPOIS DO AMOR DE PERDIÇÃO” – Eduardo Sucena

10.15HORAS – “QUANDO O AMOR ERA DE PERDIÇÃO” – João Bigotte Chorão

10.30h - “AMOU,PERDEU-SE E MORREU AMANDO –O  TRÍPTICO DAS CARTAS DE SIMÃO – Isabel Ponce de Leão

10.45h – Intervalo

11H.00 - “O AMOR DE PERDIÇÃO NO TEATRO,NA MÚSICA E NO CINEMA” – Duarte Ivo Cruz

11.15h – “CAMILO, ANTÓNIO DE SENA E A SAÚDE” – Carlos Mota Cardoso

11.30h – CAMILO E OS BRASILEIROS” – José Augusto Maia Marques

12.00H – Encerramento  em Viseu e partida para Parada de Gonta (Tondela)
  Visita a Parada (terra de Tomás Ribeiro)  acompanhada por Fernando Amaral e José Valle   de Figueiredo – Evocação poética de Camilo por Filipa Duarte e Miguel Leitão

13.00h – ALMOÇO oferecido pela Junta de Freguesia e associações culturais locais. Encerramento.

2.ª Montra CEREJA da PENAJÓIA

terça-feira, 10 de abril de 2012

Daniela Teixeira - Desenho/Pintura/Ilustração/Banda Desenhada

http://www.danielateixeira.com/

Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro.

Este é o cartaz nacional de autoria de Yara Kono. Todos os anos a IBBY convida um escritor para escrever a mensagem e este ano foi escolhido o mexicano Francisco Hinoja:
Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro. Na verdade não era só um, mas muitos os contos que enchiam o mundo com as suas histórias de meninas desobedientes e lobos sedutores, de sapatinhos de cristal e príncipes apaixonados, de gatos astutos e soldadinhos de chumbo, de gigantes bonacheirões e fábricas de chocolate. Encheram o mundo de palavras, de inteligência, de imagens, de personagens extraordinárias. Permitiram risos, encantos e convívios. Carregaram-no de significado. E desde então os contos continuam a multiplicar-se para nos dizerem mil e uma vezes: “Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro…”
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos, cultivamos a imaginação, como se fosse necessário dar-lhe treino para a mantermos em forma. Um dia, sem que o saibamos certamente, uma dessas histórias entrará na nossa vida para arranjar soluções originais para os obstáculos que se nos coloquem no caminho.
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos em voz alta, estamos a repetir um ritual muito antigo que cumpriu um papel fundamental na história da civilização: construir uma comunidade. À volta dos contos reuniram-se as culturas, as épocas e as gerações, para nos dizerem que japoneses, alemães e mexicanos são um só; como um só são os que viveram no século XVII e nós mesmos, que lemos um conto na Internet; e os avós, os pais e os filhos. Os contos chegam iguais aos seres humanos, apesar das nossas grandes diferenças, porque no fundo todos somos os seus protagonistas.
Ao contrário dos organismos vivos, que nascem, reproduzem-se e morrem, os contos são fecundos e imortais, em especial os da tradição oral, que se adequam às circunstâncias e ao contexto do momento em que são contados ou rescritos. E são contos que nos tornam seus autores quando os recontamos ou ouvimos.
E também era uma vez um país cheio de mitos, contos e lendas que viajaram durante séculos, de boca em boca, para mostrar a sua ideia de criação, para narrar a sua história, para oferecer a sua riqueza cultural, para aguçar a curiosidade e levar sorrisos aos lábios. Era igualmente um país onde poucos habitantes tinham acesso aos livros. Mas isso é uma história que já começou a mudar. Hoje os contos estão a chegar cada vez mais aos lugares distantes do meu país, o México. E, ao encontrarem os seus leitores, estão a cumprir o seu papel de criar comunidades, de criar famílias e de criar indivíduos com maior possibilidade de serem felizes. Francisco Hinojosa      (trad. Maria Carlos Loureiro)

terça-feira, 20 de março de 2012

Escola Artística de Soares dos Reis - Porto

https://www.essr.net/index.php

A actual Escola Secundária Artística de Soares dos Reis foi criada oficialmente em Janeiro de 1884, sendo designada nessa altura como Escola de Desenho Industrial de Faria de Guimarães do Bonfim. A sua actividade iniciou-se um ano mais tarde em instalações precárias de um prédio de habitação no Campo 24 de Agosto. Em 1887, surge a intenção de construir um edifício destinado à Escola que, entretanto, muda o nome para Escola Industrial Faria de Guimarães. Mas o edifício construído será entregue ao Asilo das Raparigas Abandonadas, mantendo-se a escola no antigo prédio.

Em 1917, a escola recebe ordem de despejo e como recurso para continuar as suas actividades, ocupa as antigas instalações do Liceu Alexandre Herculano, na Rua de Santo Ildefonso, onde os alunos se amontoavam nas piores condições e se aproveitava o espaço desde as águas furtadas atá às caves.

Após quatro décadas de esforços, só em 1927 é autorizada a compra de uma velha fábrica de chapéus, na Rua Firmeza, 49, onde será instalada a Escola depois de algumas obras de adaptação às novas funções. Quase trinta anos mais tarde, em 1955, inaugura-se a ampliação das instalações já adequadas ao ensino e, posteriormente, expropriam-se terrenos contíguos para alargar a Escola ao longo da Rua D. João IV. O edifício actual tem a configuração que esta época definiu.

Quanto a programas e cursos ministrados, a escola acompanha e reflecte as transformações sociais e políticas que caracterizam a sociedade portuguesa do século passado.

Nos primeiros quarenta anos o ensino dirige-se à formação da classe trabalhadora, primeiro apenas a operários e mais tarde a filhos de trabalhadores sem actividade profissional.

Faculta Cursos de Desenho Elementar e Industrial: Pintor, Decorador, Tecelão, Formador e Estucador, e ainda Cursos Complementares de Cinzelagem, Marceneiro, Gravador em Aço, Ourives, Entalhador, Pintor Decorador e Tecelão-Debuxador destinados exclusivamente ao sexo masculino. Para a população feminina foram criados os cursos de Lavores Femininos, Costureira de Roupa Branca, Bordadora-Rendeira, Modista de Chapéus e Modista de Vestidos. Um ano mais tarde é Criado o Curso de Habilitação à Escola de Belas Artes.

A partir da publicação do Estatuto do Ensino Técnico Profissional, em 1948, a Escola agora denominada Escola de Artes Decorativas de Soares dos Reis, passa a ministrar cursos especializados de índole artística - Pintura Decorativa, Escultura Decorativa, Cerâmica Decorativa, Mobiliário Artístico, Cinzelador, Gravador de Cobre, Bronze e Aço, e começa a desenvolver-se a área de Artes Gráficas com o curso de Desenhador Gravador Litógrafo.

Com a reforma do ensino secundário em 1972/73, introduzem-se os Cursos Gerais e Complementares de Artes Visuais, incluindo Artes dos Tecidos, Equipamento e Decoração, Artes do Fogo, Artes Gráficas e Imagem.

Após o 25 de Abril suprimem-se os Cursos Gerais que são substituídos pelo Curso Unificado de 7º, 8º e 9º anos. A escola passa a designar-se Escola Secundária de Soares dos Reis, à semelhança de todas as outras, em consequência do desaparecimento da distinção entre ensino liceal e técnico.

A publicação da Lei de Bases do Sistema Educativo, em Outubro de 1986, abre a possibilidade de criação de estabelecimentos especializados, o que permite iniciar um processo que conduzirá à aprovação do Estatuto de Escola Especializada de Ensino Artístico e à elaboração de programas, projecto pedagógico, equipamentos e organização de espaços que visam a transformação da frequência para Cursos Complementares de nível secundário.

Como Escola Especializada de Ensino Artístico, a Soares dos Reis está vocacionada para o ensino e a prática das artes visuais e oferece actualmente quatro cursos artísticos especializados - Curso de Comunicação Audiovisual, Curso de Design de Comunicação, Curso de Design de Produto e Curso de Produção Artística. Estes quatro cursos, exclusivamente dirigidos para o nível de estudos secundários, decorrem em três anos -10º,11º e 12º- e funcionam em regime de frequência diurna e nocturna. Estão orientados numa dupla perspectiva: o prosseguimentos de estudos em cursos de especialização tecnológica ou de ensino superior (universitário ou politécnico) e a inserção no mundo do trabalho.

Os saberes e as aprendizagens dos alunos são orientados por uma equipa de professores com formação e preparação pedagógica específica na área das artes e por docentes de técnicas especiais nas diversas áreas tecnológicas que constituem um valioso património para a qualidade de ensino da Soares dos Reis.

Maria José Quintela - "Um olhar não basta"

Maria José Quintela - "Um olhar não basta"

segunda-feira, 19 de março de 2012

Presidente da República inaugurou Centro Escolar de Mesão Frio - ATUALIDADE - PRESIDENCIA.PT








Presidente da República inaugurou Centro Escolar de Mesão Frio
O Presidente da República visitou o município de Mesão Frio, tendo sido recebido nos Paços do Concelho e inaugurado o novo Centro Escolar local, cujas instalações percorreu, proferindo depois uma intervenção.
Na sessão de inauguração do Centro Escolar foi prestada homenagem ao autarca e professor António da Natividade, cujo nome foi dado ao novo arruamento existente nas proximidades do novo estabelecimento de ensino.

Cultura - Arte - Educação