quinta-feira, 31 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
sábado, 12 de julho de 2014
O Museu do Douro apresenta o espetáculo “Sons do Douro”
O Museu do Douro apresenta o espetáculo “Sons do Douro”
“Sons do Douro” é um espetáculo único, que evoca o imaginário duriense que se redescobre em cada momento musical, em busca dos ambientes, dos sons em pipas de vinho que outrora percorriam as margens do rio Douro em direção ao infinito. Apreendemos o tempo, a alma e memória de uma paisagem que nos prende e nos sobressalta, através da proximidade com acontecimentos do quotidiano como os sons de pés a escorregar nos xistos dos socalcos ou dos cestos vindimos cheios de uvas às costas de quem ajudou a extrair das profundezas o precioso néctar que corre o mundo, dos chocalhos das juntas de bois que ajudavam da terra os homens a puxar à sirga os barcos rabelos ou do som cantado das tesouras de poda. Envolto numa ideia mítica de uma região com história e identidade, consagrada e celebrada pelos vinhos do Douro e Porto, o espetáculo “Sons do Douro” pretende promover um encontro emocionante de estilos musicais (música popular e percussão contemporânea) que se tornam singulares quando conjugados.
A Coordenação Artística é da responsabilidade de Filipe Marado (Professor de Música, Autor, Compositor e Intérprete), que compôs e preparou uma série de temas musicais executados por 12 jovens músicos, com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, provenientes dos concelhos de Lamego, Peso da Régua e Vila Real.
Sobre a escolha dos temas musicais para o espetáculo “Sons do Douro”, Filipe Marado explica que, após quatro semanas de ensaios e de preparação deste projeto musical inovador - promovido pelo Museu do Douro -, seguiu uma linha de inspiração em que o Douro Vinhateiro é uma referência central e insubstituível:
“Meti a mão no pico de Urbiõn e de lá saquei o Sol. Depois fiz Homens e convoquei-os a fundirem-se com a terra sob o grito Ao Douro. Lá labutaram e sangraram pelos Calosrebentados. Mas as forças não se inventam nem aparecem do Meu santo ar, dei-lhes oBicho para matarem e braços e mente saciar. Vi-os moldar o Douro e sofrer como perdidos... Descansem agora pequenos, desta parte trato Eu. Rebentei cachos, encarnei a paisagem, sssch, pouco barulho, deixai-me trabalhar. Chegou novamente a vossa hora, em força para os Socalcos, puxem cestos e suor, tragam-me a matéria maior. Lavei-lhes os pés e fi-los dançar como Codornizes em fila a marchar. Ficou feito, ficou pronto. Dei a todos o bom vinho a beber, ele que venha do bom pipo, Corra o Pipo pelo homem e mulher. Mas que hino lhe dediquei? Que línguas o podem contar? Sem palavras ficou o Meu Douro, sem palavras o fiz cantar.”
Músicos: Alexandre Martins, André Moutinho, David Rodrigues, Fábio Cruz, Hélder Mota, Mathieu Martins, Miguel Alípio, Miguel Cruz, Pedro Cruz, Pedro Montenegro, Rangel Coutinho e Ricardo Ribeiro.
Reportório de Músicas: “Ao Douro”, “Só Calos”, “Mata o bicho”, “Ssssch”, “Socalcos”, “Puxa”, “Dança das Codornizes”, “Corra o Pipo (Ele que venha)”, “Douro Sem Palavras” e “Malhão”.
“Sons do Douro” - Projeto Musical
“Sons do Douro” - Projeto Musical
sábado, 5 de julho de 2014
CONCERTO "SONS DO DOURO" Encontro entre a música popular e a percussão contemporânea. Museu do Douro, 11 de Julho 22H. Régua - Portugal
CONCERTO "SONS DO DOURO"
Encontro entre a música popular e a percussão contemporânea.
Museu do Douro, 11 de Julho 22H.
CONCERTO "SONS DO DOURO"
Encontro entre a música popular e a percussão contemporânea.
Museu do Douro, 11 de Julho 22H.
Régua - Portugal
terça-feira, 10 de junho de 2014
2014 «Sons do Douro» Museu do Douro
2014 «Sons do Douro» Museu do Douro
2014 «Sons do Douro» Museu do Douro
terça-feira, 3 de junho de 2014
2014 "SONS DO DOURO" - MUSEU DO DOURO - PESO DA RÉGUA
2014 "SONS DO DOURO" - MUSEU DO DOURO - PESO DA RÉGUA
2014 «Sons do Douro» Museu do Douro
«SONS DO DOURO é um novo
projeto de formação artística e cultural, que une a percussão tradicional
portuguesa com outros ritmos contemporâneos. Um projeto musical inovador que
descobriu sonoridades em pipas de vinho e que promove o encontro entre a música
popular e a percussão contemporânea. “Sons do Douro” transforma pipas de vinho
em instrumentos musicais e cruza as sonoridades da música popular e da
percussão contemporânea.
“Sons do Douro”
decorre sob a coordenação artística de Filipe Marado.
Promovido pela
Fundação Museu do Douro, o espetáculo Sons do Douro surgiu em 2013, projeto
desenvolvido no âmbito do “Entre Margens – O Douro em Imagens”| Autoria e
Coordenação: Procur.arte – Associação Cultural| Direção Artística: Hugo Menezes
- Produções Unipessoais, Lda.
No presente ano
2014, “Sons do Douro” é o novo desafio lançado pelo Museu do Douro para apoiar
novos talentos e novos projetos da música nacional. Inclui a participação de
músicos que frequentam uma formação e workshop e criam uma peça de percussão
com as pipas.
O Museu do Douro
abriu um casting para encontrar novos talentos, que decorreu no Antigo Armazém
43 (Junto ao Solar do Vinho do Porto, Rua da Ferreirinha, Peso da Régia) nos
dias 26 e 27 de maio, entre as 15h e as 19h. Terminou com sucesso o processo de
casting para a seleção de participantes neste projeto de formação artística e
cultural.
Coordenador do
Projeto “Sons do Douro” Filipe Marado.
2014
Os ensaios “Sons do
Douro”:
31 de maio (Sábado),
das 15h às 18h.
2, 3, 4 Junho |
18h30-21h00
7 Junho |
15h00-18h00
9, 10, 11 Junho |
18h30-21h00
Local: Antigo
Armazém 43, Junto ao Solar do Vinho do Porto
Rua da Ferreirinha,
Peso da Régua
Se quiser participar
nos ensaios poderá fazê-lo através dos seguintes contactos:
Coordenador: Filipe
Marado
Telm. 914 194 935
Fiquem atentos às próximas Novidades do «Sons do Douro» Museu do Douro!»
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Apresentação de ESSÊNCIAS no teatro Ribeiro Conceição, em Lamego
Apresentação de ESSÊNCIAS no teatro Ribeiro Conceição,
em Lamego
Decorreu no dia 10 de maio no teatro Ribeiro
Conceição, em Lamego, mais uma apresentação do livro "Essências", uma
obra das Edições Esgotadas que consta de poemas de Acácio Pinto e de
fotografias de Margarida Martins, tendo o prefácio a assinatura de Francisco
Assis.
Aurelino Costa, poeta e consagrado "diseur",
com vasta obra publicada em livro e cd/vídeo, também se associou a esta edição
de "Essências" com um texto na contra-capa.
A muito aplaudida apresentação, detalhada e bem
circunstanciada, esteve por conta de Cristina Correia, amiga do autor, mulher
de cultura e da cultura, poeta e com vasta publicação na comunicação social e
na blogosfera. 'Dissecou' o livro, de uma ponta à outra, leu vários poemas e
fez contrapontos com diversos autores, Gonçalo Tavares, Italo Calvino e José
Luís Peixoto.
Por parte da câmara municipal de Lamego interveio a
vereadora da cultura, Marina Valle, que deu as boas vindas a todas e deixou bem
expressa aquela que é a política da autarquia neste âmbito, disponibilizar os
espaços municipais para a realização de eventos culturais, como foi o caso.
A encerrar usou da palavra o autor, Acácio Pinto, que
para além dos agradecimentos, partilhou com os presentes o texto "sobre a
origem da poesia" e que, abaixo, se transcreve.
Teresa Adão, das Edições Esgotadas, tinha logo no
início enquadrado o evento para marcar o ritmo da sessão, anunciando que,
esgotada que estava a primeira edição, nesta sessão se iria iniciar a venda da
2ª edição de "Essências".
Após as intervenções da mesa passou-se a palavra à
plateia para as considerações e perguntas que houvessem por oportunas e, bem
assim, foi efetuada a leitura de poemas, do livro, por várias pessoas
presentes.
TEXTO de Acácio Pinto: SOBRE A ORIGEM DA POESIA
«Aqui viemos hoje para falar sobre e de um livro que
se designa livro de poesia e ainda por cima com o título “Essências”.
Se desde logo pela poesia e pela linguagem poética
muitos há que entendem estar perante uma linguagem hermética e inatingível,
também o título essências poderá acabar por remeter tantos outros para o núcleo
central da origem das coisas e, igualmente, para uma certa intangibilidade.
Mas vamos então à poesia e ao livro. Desde já, será
que este livro se designa de poesia pela linguagem utilizada? Pelo seu
conteúdo? Porque é escrito por alguém que se acha poeta? Ou, já agora, será que
alguém é poeta porque usa a linguagem da poesia?
E aqui chegados estamos colocados perante o principal
problema com que tantos investigadores, filósofos, homens e mulheres das artes
e das letras se confrontam há tantos e tantos anos. Há séculos.
Que é: Afinal de onde vem a poesia? Qual a sua origem?
Mas estas e tantas outras questões conexas, parecendo
tão complexas, terão, forçosamente, que ter respostas bem simples.
E as respostas simples são sempre aquelas que traduzem
a verdade. E se traduzem a verdade, só podem utilizar uma linguagem, a
linguagem da verdade. A linguagem da poesia: uma linguagem una, uma linguagem
que efetue a fusão entre o significante e o significado.
É que, nesta nossa perspetiva, nesta nossa visão, só
através da poesia se persegue e ascende à expressão comunicacional mais forte,
porque mais elementar. Mais simples, portanto.
A poesia tem que estar sempre, então, na senda de um
retorno ao tempo em que a relação íntegra e íntima entre o nome e a coisa,
entre os signos e os objetos, entre os significantes e os significados, era uma
e a mesma coisa. Ao tempo em que não necessitávamos de elementos de ligação,
elementos externos para nos direcionarem. Todo o processo era interno, era um
todo.
Exemplificando, em vez de se dizer “o homem É bom”,
nessa linguagem, dizia-se “homem bom”; em vez de “o céu É azul” dizia-se “céu
azul”; e em vez de “o mar É salgado” dizia-se “mar salgado”.
Através da poesia, portanto, procura-se um regresso
àquele tempo em que as duas dimensões ainda se não haviam cindido e em que os
elementos de ligação, neste caso o verbo ser, ainda não haviam sido inventados
pelas derivas multi comunicacionais do exercício do poder e da vida esquiva.
E é por isso que, mais do que a poesia que hoje
fazemos e que no futuro faremos, tudo não é mais do que, só e sempre, uma busca
da intimidade maior que nasce nas fontes primeiras e que brota de dentro de
cada eu poético. A poesia é essa deriva. Esse caminho. Esse Sísifo
constantemente carregado, encosta acima, com essa grande pedra e que, tantas
vezes, quando está a aproximar-se desse cume mais alvo, eis que ela se solta e
regressa ao sopé. À base, ao sopé para um novo início.
E cada eu poético, cada um dos poetas, e aqui estão
tantos, direi todos os que aqui estão, nessa busca incessante dessa linguagem
una desse “corpus” primacial, nos parece e surge, então, como um fingidor
“Finge tão completamente / Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras
sente”, como nos diz Fernando Pessoa na autopsicografia.
Mas é um fingidor ou um captador dessoutra realidade a
que ele acedeu? Ou quer aceder? Finge ou revela a verdade captada pelo seu
olhar de poeta?
Socorro-me de Rainer Maria Rilke, um poeta do séc.
XIX, nascido em Praga, mas de quem se dizia que a sua verdadeira pátria era a
poesia, uma pátria sem fronteiras, quando afirmava que “nenhuma profissão tem
as dimensões necessárias às grandes coisas de que a verdadeira vida é feita”. E
isto para quê? Para corroborar a tese de que é através da poesia, das dimensões
artísticas que se acede a essa dimensão nuclear, à origem das coisas. Não
através de qualquer desempenho de uma profissão, enquanto tal, enquanto tarefa
mecânica e mecanizada. Sem a internalidade do ato de fazer.
E socorro-me de Rilke, portanto, para se perceber que
não há bisturi, ou pipeta, nem bússola ou quadrante, não há técnica ou
instrumento para aceder à origem da poesia.
Ela flui, salta, ela possui o poeta, o ser, carregada
dos seus sons e palavras que este deixa escorrer até ao poema corpo, poema
estrada, poema dor, poema fado, poema amor… até ao poema verdade.
E eis pois aí, aqui, o desiderato de todas essas fases
que eu não conheço, de todas as químicas cujas fórmulas me/nos são insondáveis.
Eis o resultado dessa alquimia que vos oferto,
essências de que me liberto, mas de que não estou certo que vos levem a minha
verdade, a verdade que me tomou em cada momento de escrita… antes passará a ser
a vossa verdade, a verdade diferente, mas a verdade de cada um que ler esta
poesia que mais não é do que a projeção do vosso olhar sobre cada uma e cada de
um vós.
Minha só foi no momento criativo, que morto está há
muito.
Não sei se vos falei da origem da poesia, mas enquanto
discorremos sobre isso estivemos lá, na origem, cada um bebeu na sua fonte
primeira.
Não será essa a origem da poesia?
Acácio Pinto
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Apresentação de ESSÊNCIAS | Teatro Ribeiro Conceição | Lamego | 10 maio | 16 h. Livro de poesia de Acácio Pinto.
CONVITE
Apresentação de ESSÊNCIAS | Teatro Ribeiro Conceição | Lamego | 10 maio | 16 h.
Livro de poesia de Acácio Pinto.
Estão tod@s
convidad@s
No dia 10 de
maio, pelas 16 horas, vai decorrer em Lamego, no teatro Ribeiro Conceição, a
apresentação do livro de poesia de Acácio Pinto, ESSÊNCIAS, uma edição das
Edições Esgotadas.
Principais
detalhes:
Título -
ESSÊNCIAS
Autor - Acácio
Pinto (poemas) | Margarida Martins (fotos)
Prefácio -
Francisco Assis
Editora -
Edições Esgotadas
Páginas - 72
Apresentação
por - Cristina Correia
Estão tod@s
convidad@s
sexta-feira, 11 de abril de 2014
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
“Pertence à Água a Escolha dos Náufragos” Maria José Quintela
«...
não é nada. é só uma súbita
isquémia a apagar a
memória das coisas não
importantes. porque a vida
também é encenação e as boas
intenções não são
exclusivas do inferno.
quando a cegueira for vidência e
a verdade uma
missão talvez emerja o contorno
da virtude que não é
representável. entretanto e
entre uns e outros salva-se
o silêncio dos inocentes. mais
tarde corrigem-se os
ângulos do erro. mesmo que seja
tarde.
não é nada. é só um pensamento
líquido na margem
do esquecimento. como se a morte
já tivesse começado
a expropriar-nos.
...» Maria José Quintela
«...
acredito no amor sem adjectivos
e na flor que não
promete a eternidade. no rasto
dos anjos e dos
pássaros do sul. nos eclipses e
nas searas de trigo.
acredito em ti e não acredito no
tempo. nem nas poses
ostensivas dos falsos profetas
que nos ignoram para
nos diminuir. adivinho-lhes o
trejeito calculado no
conforto do disfarce.
e no entanto tudo é tão pouco e
tão breve. e nem a pele
é resgate.
falta-me o entendimento dos
videntes. que a mais
tenho a evidência do chão.
...» Maria José Quintela
«...
dentro do texto não se desfazem
os nós nem se
sangram os segredos.
escava-se até à raiz e prova-se
o sabor da terra.
antes do texto é preciso morrer
por dentro.
...» Maria José Quintela
![]() |
| Maria José Quintela |
O Salão Nobre dos Paços do Concelho de Lamego foi, a 8 de fevereiro último, o palco
escolhido para a apresentação pública do livro Pertence à água a escolha dos
náufragos, da autoria de Maria José Quintela e edição da Chiado Editora.
Natural de Vila Real, onde nasceu em 1955, Maria José Quintela
reside em Lamego, desde 1959. Licenciada em Enfermagem pela Escola de
Enfermagem de S. João no Porto, exerce atualmente funções na unidade hospitalar
de Lamego, do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, com a categoria
profissional de Enfermeira Supervisora.
Em 2000, publicou o livro de poesia Vozes e Ecos (edição de autor),
em 2006 o romance Um Olhar Não Basta (Publicações Penaperfeita) e em 2007 O
mundo é irreal mas não me importa (Garça Editores).
Para além de trabalhos dispersos em publicações periódicas,
participou também em diversas antologias: Quando o Além me Chamar, Vozes do
Douro, Palavras que o Douro Tece e Entre o Sono e o Sonho.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
A MAGIA DAS CHAVES - Desafio ao Conto
A MAGIA DAS CHAVES
6 de Setembro de 2013 (sexta-feira), pelas 21,30 horas
PALACETE DOS VISCONDES DE BALSEMÃO
Praça Carlos Alberto, 71 - Porto
Apresentação da antologia de contos A MAGIA DAS CHAVES, editada pelas Edições Vieira da Silva, que reúne 42 autores portugueses e brasileiros, cujos direitos de autor revertem a favor da ACREDITAR - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro..
A apresentação crítica da obra estará a cargo da jornalista Eduarda Maio. O evento será musicalmente abrilhantado com a actuação do Coro dos Pais dos Alunos do Conservatório de Música do Porto.
UMA GRANDE EQUIPA NUM PROJECTO COLECTIVO
Não há Cultura sem afectos!
COORDENADORES:
Maria Isabel Loureiro
Alice Mano-Carbonnier
José Carlos Pereira
REVISORAS:
Luz Curvo Dias
Cristina Silveira Carvalho
AUTORES
42 autores (portugueses e brasileiros):
Lista dos autores por ordem alfabética e respetivos contos
1 – Adriana Teixeira Gomes…O Poder.... BRASIL
2 – Albertina Fernandes…O Silêncio do Invisível
3 – Alexandre Acampora....Metamorfose...BRAS
4 – Alexandre Sandrieu…A última Carta de Amor
5 – Alice Mano-Carbonnier…Era uma vez uma Chave
6 – André Lamas Leite…O Dândi Imortal
7 – António MR Martins…Chave Perdida
8 – Beatriz Pacheco Pereira…Vai e Volta
9 – Bruno Resende Ramos...A chave 45... BRASIL
10 – Cristina Correia…….A Avozinha Eva
11 – Cristina Malhão-Pereira….Mafalda de Loutulim
12 – Cristina Silveira Carvalho…....É de repente que as coisas grandes acontecem
13 – Dalila Moura Baião……….Entre o Vento e o Mar
14 – Egídio Neto....A Bailarina e o Soldado BRASIL
15 – Elvira Cristina Silva……As Mãos Certas para Abrir a Porta
16 - Filipa Vera Jardim.....Sete Chaves no lugar do teu coração
17 – Helena Osório…Cem Chaves para abrir o Coração
18 – Isabel Rodrigues……….A Chave da Esperança
19 – Joaquim Sarmento…A Chave do Cofre da Lia
20 – José Alberto Sá…….Uma Porta Aberta
21 – José Carlos Pereira…….Carta para Ofélia
22 – Joubert Amaral……As Chaves BRASIL
23 – Libânia Madureira………Chave do Ser
24 – Lucas Figueiredo Silveira……Chave Bendita BRASIL
25 – Luís Ferreira………O Livro Mágico
26 – Luisa Garbazza………A Chave do Passado BRASIL
27 – Luz Curvo Dias…………Retalhos de Mim
28 – Maria do Céu Neves……Demorou a Chegar
29 – Maria Isabel de Mendonça Soares……Aquela Chave
30 – Maria Isabel Loureiro……Vidas Desencontradas
31 – Maria João Gonçalves…A Matança do Porco Cilíndrico
32 – Maria João Saraiva de Menezes…A Auxiliar
33 - Maria Mamede………Carta ao Tonico
34 – Nilce Coutinho Guerra……Sonho de um caipira BRASIL
35 – Paula Teixeira de Queiroz…...A chave da paciência..
36 – Paulo Jorge Almeida …Fechar a porta à chave
37 – Pedro Jardim….A Chave da Existência
38 – Rosa Alice Branco………O Número Perfeito
39 – Sofia Ribeiro Fernandes….A Chave Mestra
40 – Teresa Almeida………Viragem
41 – Thaís Amado……Uma Chave e Três Vidas BRASIL
42 – Wilson de Carvalho Costa………A Chave do Coração BRASIL
A MAGIA DAS CHAVES - Desafio ao Conto
A MAGIA DAS CHAVES
No Porto: A MAGIA DAS CHAVES (antologia) - apresentação
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